Mães de primeira viagem se sentem mais seguras com benefício concedido pelo Governo

13 de maio de 2019




Ingridy Barros, de 19 anos, e Cleane Sá, de 24, não se conhecem, mas compartilham das mesmas angústias e alegrias: serão mães em breve. Enquanto mães de primeira viagem, dizem que a felicidade é grande, mas ainda sentem medo da novidade. Elas encontraram no “Cheque Cesta Básica – Gestante”, benefício concedido pelo Governo do Estado, uma segurança para viver a experiência da primeira gestação de forma mais tranquila.


“Ao descobrir a gravidez deu um medo e uma emoção muito grandes. Bate o medo porque sou nova e a realidade de criar um filho é difícil. O programa é uma boa ajuda, fiquei muito aliviada quando soube”, relatou Ingridy Barros, grávida de 13 semanas. Ela foi informada sobre o programa na primeira consulta de pré-natal na Maternidade Nossa Senhora da Penha, no Anjo da Guarda.

A jovem gestante mora com o marido Welton Veloso, de 20 anos, na casa da sogra e nenhum dos dois trabalha – ele iniciará um estágio como técnico em radiologia em breve. “Às vezes, nem acredito que estou grávida. É um amor tão grande. O benefício me ajudou a pensar que posso sim cuidar dele, me deu uma segurança a mais. Achei o programa ótimo, muita gente precisa. Minha sogra ajuda, mas nem sempre dá para contar com ela. Fiquei muito feliz quando me ligaram, é uma ajuda muito grande”, disse.
Para ter acesso ao “Cheque Cesta Básica – Gestante”, é necessário realizar a primeira consulta de pré-natal até 12ª semana de gestação. Foi o caso de Cleane Sá, que descobriu a gestação ainda nas primeiras semanas. Ela está desempregada no momento e o marido, Jefferson Cantanhede, de 30 anos, também está sem emprego fixo. Atualmente, ele realiza “bicos” para sustentar a família.

“É uma ajuda. O pouco para quem precisa é muito sim. É muito boa a oportunidade que o Governo está dando para as gestantes. É importante para incentivar, tem muita mulher que não liga para o pré-natal”, comentou Cleane Sá.

O futuro papai Jefferson Cantanhede diz que é bem “chato” quando se trata dos cuidados com a esposa e o filho. “Eu fico perguntando quando vai ser a consulta até acontecer. Tem que acompanhar. É bom saber que o dinheiro que pagamos em impostos está retornando”, ressaltou.
O “Cheque Cesta Básica – Gestante” é voltado para melhorar a segurança alimentar e incentivar a procura por assistência pré-natal por gestantes de baixa renda. Atualmente, menos de 30% das mulheres maranhenses fazem o acompanhamento como recomendado, número que cai conforme diminui a renda familiar.

O programa paga diretamente à gestante até nove parcelas de R$ 100, sendo até seis parcelas durante a gravidez e as demais nos primeiros meses de vida da criança. O valor, que está condicionado ao comparecimento a consultas e realização de exames, deve ser utilizado, exclusivamente, na aquisição de alimentos.

Segundo secretário de Estado de Saúde, Carlos Lula, o programa inédito no Brasil é uma forma de garantir justiça social e, principalmente, incentivar e melhorar o acesso à saúde. “É uma forma de promover uma maior adesão das mulheres, principalmente das de baixa renda, entre as quais esse percentual é ainda menor. Com ele, queremos reduzir as mortes por causas evitáveis e garantir segurança alimentar às gestantes maranhenses”, finalizou.
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