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SSP nega erro em abordagem que resultou na morte de suspeito de envolvimento em ataques

23 de maio de 2016


Em reportagem publicada por OESTADOMA.COM nesta segunda-feira (23), família havia contestado versão da polícia para morte do jovem no Maracanã

Wiris Clemente Parente Ribeiro e seu corpo ao lado do Celta branco (Foto: Leitor Whatsapp)
SÃO LUÍS - A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) reiterou na tarde desta segunda-feira (23) que a abordagem do Serviço de Inteligência da Polícia Militar, que resultou na morte de Wiris Clemente Parente Ribeiro, 18 anos, foi feita de maneira acertada. Na manhã de hoje, em reportagem publicada por OESTADOMA.COM, a família havia contestado a versão apresentada pela PM.
Segundo a polícia, Wiris Clemente morreu após troca de tiros, quando o carro em que ele estava, um Celta branco com outros três ocupantes, não parou após ordem policial. A perseguição teria começado após a polícia ter recebido denúncia anônima de que suspeitos em um Celta branco iriam atacar um ônibus na Região Metropolitana de São Luís.
Por meio de nota, a SSP afirmou os ocupantes do carro, após se recusaram a parar o veículo, revidaram ao comando da viatura efetuando disparos em direção aos PMs. Em legítima defesa, a polícia teria reagido à ação e também efetuou disparos. Um destes atingiu Wiris Clemente Ribeiro da Silva, que teria sido socorrido pelos próprios policiais, mas não resistiu ao ferimento.
A secretaria informou, ainda, que com os suspeitos foram encontradas duas armas de fogo calibre 38 (uma no veículo e outra no sítio onde eles se encontravam pouco antes da abordagem policial), tendo sido, por isso, autuados em flagrante por resistência à prisão e porte ilegal de arma.
Família
De acordo com Luís Clemente, pai de Wiris, ele era um jovem de bem, que iria começar a trabalhar hoje. "Meu filho não era bandido, ele terminou os estudos, fazia curso de técnico em segurança, no Senai. Ele não tinha passagem pela polícia. Ia começar a trabalhar hoje. Seria o primeiro emprego dele", afirmou o pai do jovem, em entrevista à Rádio Mirante AM. "Meu filho não é bandido. Nós moramos aqui há mais de 20 anos. Todo mundo conhece a gente, todo mundo conhecia meu filho", reiterou a mãe do rapaz, que morava na Vila Nova República.
Ainda segundo a família, o jovem e mais três amigos estavam indo para uma festa e havia bebidas no carro. Eles teriam percebido um carro comum perseguindo-os e teriam achado que se tratava de bandidos, por isso não pararam.Fonte: Imirante.com
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